O amor aquele que me pegou nos braços me chamou de irmã...
Aquele que me ensinou a ser inteiramente humilde
A querer somente fazer outro feliz...
O amor aquele que me deu a mão e me fez bailar...
Que me emprestou o mais belo sorriso
O amor aquele que faz questão de usar o melhor vestido.
Aquele vermelho que fica bem protegido no guarda-roupa.
Usa a maquiagem mais forte.
O mais belo par de sapatos.
O amor ah o amor...
Não me deixou escapar, me enlaçou.
Mas de repente vi que no lugar dos braços apareceram garras.
Que só queriam me sufocar.
Vi que não queria ser tão humilde.
Nem reconheci aquele que queria fazer feliz
Lembrei do bailar que me fazia ter...
Acabou só ouvia uma melodia triste e distante
Me lembrou que o sorriso era só um empréstimo, pegou não mais vi...
No lugar daquele lindo vesti ficaram os trapos...
Da maquiagem, rabiscos.
Os sapatos, esses nem precisam...
Realmente não me deixou escapar... Jogou-me num abismo.
E sabe que só ele pode me resgatar
O amor..
terça-feira, 5 de maio de 2009
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- Recanto das Emas, DF, Brazil
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